A atitude do rapaz chamou a atenção, inúmeros curiosos. A nossa reportagem teve acesso ao dialogo que José tinha com o Capitão Tiago do Corpo de Bombeiros, responsável pela operação junto ao suposto suicida.
José Carlos solicitou a presença de um juiz ou outra autoridade, em poucos minutos compareceu no local do fato a promotora de justiça Dra. Artemisia leal e o secretário municipal de Cidadania e Ação Social, Jucinério Félix, as autoridades ofereceram cerca de R$ 1.000,00 (um mil reais), na tentativa de convencê-lo a descer, mas, o rapaz continuava a não falar coisa com coisa, provavelmente sofra de problemas mentais.
Em determinada ocasião Carlos ficou irritado com dois bombeiros que olhavam um álbum de fotografias de sua propriedade e, pedia quase que sem parar “quero minha máquina, quero minha máquina”, se referindo a uma câmera digital que trazia em uma mochila. O Capitão Tiago pedia encarecidamente para ele descer da torre, ele respondia que estava com medo de apanhar de novo.
O Capitão Tiago contou dez notas de cem reais, somando mil reais para José Carlos adquirir outra “máquina” como ele mesmo pedia, mantendo, de certa forma, um entendimento com o mesmo.
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